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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Doenças da Seringueira



Cancro-Estriado e Cancro-do-Tronco
Causado pelos mesmos patógenos da requeima e da queda anormal das folhas Phytophthora spp.

Ocorrência:
Ocorre em todos os continentes onde a seringueira é cultivada.

Importância:

O cancro-estriado ou cancro-do-painel, e de suma importância podendo ser comparado ao mal-das-folhas, interrompe as sangrias durante o período chuvoso, prejudicando a produção.
O cancro-do-tronco, pode danificar as plantas com a formação de sintomas de cancro típico, ou anelar e matar as árvores.

Disseminação do patógeno:
O patógeno que causa os cancros é o mesmo que causa a requeima e queda anormal das folhas, desta forma vive na copa das árvores e acredita-se que seja disseminado pela chuva. Penetrando nas plantas pelas lesões provocadas pelo painel ou por outros ferimentos que existam no tronco.

Controle do Cancro-Estriado e do Cancro-do-Tronco
  • Evitar a instalação de seringais em locais de topografia acidentada.
  • Instalar aparatos para desviar a chuva do painel.
  • Selecionar clones resistentes
  • Realizar cirurgias para retirada de porções afetadas da planta.
  • Pulverizações com fungicidas.

Doenças da Copa das Seringueiras Causadas por Phytophthora spp.

Requeima da seringueira queda anormal das folhas

Ocorrência:
Ocorre somente no Brasil, na Amazônia, porém com maior importância no sudeste da Bahia.

Importância:
Nos últimos anos tem provocado danos superiores ao mal das folhas, ataca folhas, frutos e hastes.
 
Controle das Doenças da Copa das Seringueiras

Controle com fungicidas.
Escape pelo local, ou plantações em Áreas Escapes.
Limpeza e queima de ramos e galhos infectados da porção mais baixa da copa

Mal das Folhas da Seringueira

Causado por Microcyclus ulei

 Importância: 
 
É a mais séria das doenças da seringueira e o principal problema para o estabelecimento dos seringais de cultivo nas Américas Central e do Sul. Principais danos causados: 
 Desfolha prematura em árvores adultas, facilitando a incidência de outras doenças podendo levar as plantas a morte.
 Nos viveiros e jardins clonais, acarreta perda de crescimento, redução do número de plantas apropriadas para enxertia.
 
Controle do Mal das Folhas da Seringueira

 Por meio da resistência de plantas.
 Controle com fungicidas.
 Escape pelo local, ou plantações em Áreas Escapes.



Fonte: Universidade Federal do paraná

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